ANÁLISE DOS GRUPOS DA COPA DO MUNDO DE 2026 REVELA EQUILÍBRIO E DISPUTAS ACIRRADAS
- Lucas Jandre
- 7 de dez. de 2025
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A definição dos 12 grupos da Copa do Mundo de 2026, o primeiro Mundial com 48 seleções, trouxe um cenário marcado por equilíbrio, desafios regionais e confrontos de alto nível técnico. O sorteio, divulgado pela FIFA e detalhado pelo portal ge, mostrou chaves que devem exigir atenção máxima das principais seleções do planeta.
O Brasil caiu no Grupo C, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia, combinação que mistura tradição, intensidade defensiva e times em evolução. Analistas destacam que Marrocos chega fortalecido após campanhas consistentes, enquanto a Escócia aposta em jogo físico e bola parada. O Haiti completa o grupo com um futebol veloz e imprevisível.
Outras chaves também chamaram atenção. O Grupo I, com França, Senegal, Noruega e uma vaga da repescagem intercontinental, é apontado como um dos mais fortes, reunindo campeões, estrelas em ascensão e seleções tecnicamente competitivas. Já o Grupo F, de Holanda, Japão, Tunísia e uma vaga europeia, deve ser um dos mais equilibrados, com estilos contrastantes que tornam a disputa imprevisível.
O novo formato, com 12 grupos de quatro times e vagas adicionais para terceiros colocados, promete ampliar a disputa e aumentar as chances de surpresas ao longo da fase inicial.
Com o Mundial se aproximando, a expectativa cresce para uma edição marcada por diversidade, confrontos históricos e um caminho mais longo rumo ao título. A análise inicial deixa claro: a Copa de 2026 será uma das mais abertas e competitivas da história.






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